E conta-se que um homem estava foragido de uma estancia que era atacada por rebeldes numa traição sem igual. Primeiro eram cerca de dez homens que estavam com tochas de fogo a incendiar o galpão mas este homem alta estatura, barbicha e suiças negras e um chapeu de abas largas. Este era chamado de Ronaldo Siqueira que só foi parar pouco perto da provincia envolto o braço ferido atingido por uma bala dos intrusos. Logo Ronaldo olhou para um bosque. Correu para ficar escondido já com uma maneira de descançar dos foragidos.
No outro dia, Ronaldo deixou o bosque no sentido de retornar para a provincia da qual saira e portanto conhecia bem a populaçao. Lá andou pela estrada vermelha e olhou uma donzela bonita. Ele mesmo ficou pasmo quando ela jogou o lenço no chão. Ronaldo sorriu e aproveitou-o para esfregar o po. Ronaldo empertigado no momento ficou quieto e logo foi tomar banho no hotel para vestir-se e procurar na provincia um doutor para fazer curativos. Mas Ronaldo que empertigado estancou para olhar a cachoeira de extensão soberba no regato que dividia em duas as vilas longe perdidas com todo o jeito andou um pouco mais ou menos estava quase na porteira da casa do doutor da provincia.
Ronaldo Siqueira olhou de esguelha a porteira e ficou um pouco inativo como que cheio do espírito que levava uma drastica decisão. Ronaldo lembrou-se da estancia quando incendiava por isso havia de salvar sua vida e entregar sua saude ao doutor Olivio. Logo surge na porta um vulto que Ronaldo percebia um pouco mas logo soube que a causa das sombras da varanda que era iluminada pela lua.
Ronaldo Siqueira foi devidamente sanado da dor e a bala extraída do braço. Ronaldo Siqueira falou para o doutor Olivio sobre o acontecido de uma forma um pouco sigiloso, meigo e apaixonado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário